Fatos, Gallery

Entre Farnham e Londres

17 maio, 2016 • By

Minha nova rotina se resume em acordar todos os dias às 7:30 da manha, colocar minha jaqueta imunda, minha bota e andar apenas 10 metros para o começo do parque de Farnham junto com a saltitante Molly.

É só eu pisar dentro da floresta, que Zup! A Molly sai correndo desesperada e some de vista. Começa minha jornada solitária. Sigo um pequeno riacho de água cristalina até cruza-lo 200 metros depois. Mais 5 minutos andando, deixo a floresta para trás e começo a subir um morro.

 

E no topo desta verde colina está ela. Molly sentada com seus pelos malhados ao vento esperando eu arremesar sua bolinha.

 

Sento num banco de madeira e fico lá. Jogando repetidamente a bolinha para sua felicidade. 20 minutos depois tenho que dar a má notícia. “Molly, vamos pra casa”.

 

Ela larga a bolinha onde estiver, por isto que eu só falo isto quando ela está por perto, e ela corre para a floresta de onde viemos. Mais uma vez sigo novamente sozinho para encontrar ela deitada dentro do riacho bebendo água.

 

Espero a belezinha se deliciar com a água fresca e voltamos pra casa, onde a Gua já deixa o café da manha pronto. Alguma coisa com ovo e café.

 

Me arrumo, a Gua me deixa na estação de trem.

 

Lá eu pego o diário trem até Londres, uma hora de viagem que aproveito para ler e estudar.

 

Chego em Waterloo, pego 2 metros e pronto. Chego a Ovo Energy que merece um outro post totalmente dedicado a ela.

 

Saio de lá as 6 horas e faço toda jornada de volta ao meu vilarejo.

 

Chego exausto. Janto a comidinha caseira que a Gua prepara e graças Deus, fim!!!

 

Estamos os dois mortos e vamos dormir.