Fatos, Galeria

Entre cargas e aeronaves minha cachorra se foi

11 junho, 2015 • By

Hoje acordei as 4:30 da manha para literalmente despachar a Molly.

Mas todo este processo começou bem antes, em janeiro quando contratamos a empresa Flying Pet.

A partir daí começou a saga para enviar nossa Border Collie para Inglaterra.

O processo de enviar qualquer animal para o Reino Unido é um pouco complexo. Por ter erradicado a raiva e outras doenças, o país tem um controle rigoroso para a entrada de qualquer animal.

Todos precisam passar por uma quarentena, serem chipados, e seus voos, independente de seus tamanhos, precisam ser feitos por um avião de carga.

Fiquei com receio desta quarentena, pois acreditava que ela teria que ficar em um recinto fechado sendo observada por oficiais ingleses por 40 dias.

Mas não é nada disto.

Basicamente um veterinário credenciado por alguma entidade oficial inglesa, retira uma amostra de sangue do seu cachorro, gato, dragão de komodo ou qualquer que seja seu pet, e faz uma análise.

Depois de 40 dias (dai o nome quarentena) é feita outra retirada de sangue para mais uma análise.

Estando tudo OK você embarcar seu bicho.

Foi exatamente o que aconteceu com a Molly. Em fevereiro a veterinária do Flying pet colocou um chip com informações básicas e fez a primeira coleta.

Depois de 40 dias, fizemos outra retirada de sangue.  Esperamos o resultado, a papelada ficar pronta e Voilà! Molly pronta pro embarque.

A própria empresa comprou a passagem, que não é passagem e sim um pagamento de um frete para o dia de hoje.

Mesmo o voo sendo somente às 18 horas, tinha que entrega-la até as 8:30 da manha, pois o processo de cargas é mais complicado e burocrático.

Como eu tinha que deixar a Molly bem cansada para sua grande jornada aérea, cheguei as 6 da manha no aeroporto e fiquei jogando frisbee até o sol raiar (Literalmente).

Plano executado com sucesso.  Quando a Molly entrou na caixa já se deitou e parecia bem tranquila.