Fatos, Molly

E a Molly apronta de novo

15 julho, 2015 • By

Hoje foi um dia de desbravamento pelo meu novo bairro com um único propósito. Encontrar um parque onde aceite cachorros.

Já estava quase enrolando a Molly em papel alumínio para levá-la comigo ao gramadão aqui da frente onde não aceitam cachorros.

Se alguém me questionar eu falaria.

Meu amigo, isto não é um cachorro, é um drone. Vem com Wifi, duas portas USB e tem saída HDMI.

Porém não vou precisar. Achei um parque há 20 minutos a pé de casa. É longe, eu sei, mas vale muito a pena. Tem um lago cheio de cisnes a patos, uma floresta com trilha, dois campos verdes que devem ter cada 1 km quadrado cada.

A Molly adorou tanto que ela deve ter pensando:

Uau, Que animal este parque. Estou tão contente que sou capaz de enfiar minha cara na primeira merda que passar pela minha frente.

E foi exatamente isto que ela fez.

Mais uma vez a cachorra possuída pela alma perturbada de uma capivara voltou a atacar. Rodopiou a cabeça em uma fezes gigante.

No começo eu achei que nada tinha grudado nela, ai olhei pro chão e só vi metade do coco. Começo a fazer um pente fino e não precisei de muito trabalho. Minha cachorra estava com um cachecol de estrume.

Cachorra FDP! Agora sim da vontade de enrolá-la em papel alumínio.

Voltei para casa contra o vento, para meu azar.

Chegando aqui coloco o porco dentro da nossa banheira vitoriana. É como colocar salsicha com caviar.

Agora o bicho tá novo e eu tenho que limpar a banheira.